Biografia, Psicologia, Seres Humanos

Abraham Lincoln, esse desconhecido

Abraham Lincoln, um dos mais admiráveis presidentes do Estados Unidos da América – EUA, nasceu em 1809 em Hodgenville no Estado de Kentucky, no sul dos Estados Unidos e faleceu em Washington. Filho de um homem da fronteira, teve que lutar para sobreviver, com esforços para estudar enquanto trabalhava em uma fazenda como lenhador e dirigia uma loja em Illinois. Eu me apaixonei por este homem notável assim que li um breve ensaio sobre ele, depois disso acompanhei toda sua trajetória através de diversos escritos.

frases-de-lincoln-2-750x380

Abraham Lincoln, foi um político magnifico sendo o 16º presidente dos Estados Unidos de março de 1861 até seu assassinato em abril de 1865.

Foi um grande estadista, governou o país de forma bem-sucedida durante sua maior crise interna, a Guerra de Secessão. Lincoln conseguiu preservar a União e abolir a escravidão. Antes de sua eleição em 1860 como o primeiro presidente Republicano, Lincoln atuou como advogado de condado, legislador pelo estado de Illinois, membro da Câmara dos Representantes e duas vezes candidato derrotado ao Senado dos Estados Unidos.

Oponente declarado à expansão da escravidão nos Estados Unidos, Lincoln venceu a pré-candidatura do Partido Republicano em 1860, sendo eleito presidente no final do mesmo ano. Grande parte de seu mandato foi dedicado ao combate aos separatistas dos Estados Confederados da América durante a Guerra da Secessão. Ele tomou medidas que levaram à abolição da escravatura, promulgando a Proclamação de Emancipação em 1863 e promovendo a aprovação da Décima terceira emenda da constituição dos Estados Unidos da América.

images

O presidente Lincoln supervisionara de modo ostensivo os esforços vitoriosos de guerra, especialmente na seleção dos melhores generais, como Ulysses S. Grant. Historiadores concluíram que ele conseguiu se sobrepor às diversas facções do Partido Republicano, negociando a cooperação dos líderes de cada uma delas pessoalmente em seu gabinete. Sob sua liderança, a União obteve controle dos estados escravocratas de fronteira durante a guerra, ao mesmo tempo em que ele conseguia se reeleger na eleição presidencial de 1864.

Lincoln fora criticado por opositores políticos e outros oponentes à guerra por se recusar a chegar a um denominador comum na questão da escravidão. Por outro lado, os Republicanos Radicais, uma facção abolicionista do Partido Republicano, o criticara pelo avanço moroso na abolição da escravatura. Mesmo com esses adversários, Lincoln conseguira conquistar a opinião pública através de sua retórica e discursos. Seu Discurso de Gettysburg, de 1863, tornou-se um símbolo icônico dos deveres de sua nação. Nas etapas finais da guerra, Lincoln tinha uma visão moderada da Reconstrução, procurando reunir seu país de forma mais rápida através de uma política generosa de reconciliação.

Seis dias após a rendição em larga escala das forças Confederadas sob o comando do General Robert E. Lee, Lincoln se tornou o primeiro Presidente dos Estados Unidos a ser assassinado.

Sabe-se que o presidente Lincoln professava o Espiritismo e que ele costumava fazer sessões espíritas na Casa Branca.

Lincoln foi capitão contra um levante dos índios, passou oito anos na Assembleia Legislativa do Estado de Illinois, no norte do país, e exerceu advocacia por muitos anos no circuito de tribunais.

Na inauguração do cemitério militar em Gettysburg, Lincoln declarou: “Que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses homens não morreram em vão, que está Nação, com a graça de Deus, venha gerar uma nova liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra”.

Ele venceu a reeleição em 1864, enquanto os triunfos militares da União prenunciavam o fim da guerra. Em seus planos para a paz, o presidente era flexível e generoso, encorajando os sulistas a baixarem suas armas e voltarem à União. O espírito que o guiava era claramente o de seu segundo discurso de posse, atualmente gravado em uma parede do Memorial de Lincoln em Washington, DC:

“Sem malícia contra ninguém; com caridade para com todos; com firmeza no correto, que Deus nos permita ver o certo, nos permita lutar para concluirmos o trabalho que começamos; para fechar as feridas da nação…”

Em 14 de abril de 1865, uma sexta-feira santa, Lincoln foi assassinado no Teatro Ford em Washington por John Wilkes Booth, um ator que achava estar ajudando o Sul. O resultado foi o oposto pois, com a morte de Lincoln, morreu a possibilidade de paz com magnanimidade.

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s